Acalma, coração. Esta é a tua mágica secreta que levou às conseqüências finais os lados lacerados de Paris: uma vela ardendo em Notre Dame e um barqueiro passando como um fantasma pela bruma. Ainda range, em alguma água-furtada, a cor escarlate das tuas tintas a óleo sobre a paleta e a tela exausta. Ainda escrevo com a mesma fúria que tu sabias que eu tinha. Por isso: calma, coração.
